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sábado, 2 de setembro de 2017

A misteriosa Ordem Das Sombras - Parte 5


E ae galera, depois de um longo hiato voltei com a historia
Peço perdão para a galera que estava acompanhando a historia e de uma hora para a outra eu deixei de postar.
Nesse longo período passei por diversas situações pessoais e isso acabou atrasando o projeto.
Espero agora voltar a escrever com mais frequência e finalmente terminar a historia.
Para aqueles que não leram ainda, o livro conta a historia de Adrian Schmitter, um ex detetive da policia que teve sua vida totalmente destruída devido a um acidente do passado, após alguns anos o acontecimento na cidade maldita ele salva uma garota chamada Samantha, que agora é a sua parceira na investigação de casos que envolvam o sobrenatural.
Tudo começa quando seu antigo parceiro dos tempos de policia o chama para investigar um caso de homicido um tanto curioso.
Adrian e Samantha começam a investigar o estranho caso, mal eles imaginavam que tudo aquilo os levaria para um mundo paralelo onde o seus maiores pesadelos poderiam se tornar realidade.
Abaixo vocês podem conferir o link para o download do arquivo em PDF.
Nesse arquivo vocês encontraram toda a historia até a parte que estou postando aqui.


E para aqueles que já estavam acompanhando a historia, uma boa leitura a todos, espero que gostem e não deixem de mandar suas sugestões.

Até a próxima.






terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

IV Hello Darkness My Old Friend



Se quiser se encontrar sugiro começar por aqui

Capítulos anteriores


Esse é o Quarto capítulo da história, porém pode ser lido sozinho como um pequeno conto caso não queira se aprofundar e ter a visão geral de para onde iremos.




A tarde estava linda, o céu azul como em poucas vezes havia visto. Não estava completamente azul, haviam nuvens em formato de algodão que preenchiam a paisagem, formando uma pintura inacreditável.

Estava deitada na grama, com a cabeça apoiada em seus braços. Sentia-se como se estivesse totalmente livre. Não que já houvesse sido presa alguma vez, mas tinha uma sensação de que poderia ficar ali o quanto quisesse, como se, pela primeira vez na vida, não precisasse se preocupar com o relógio, não havia compromisso que a tirasse daquele paraíso.

Cães corriam pela grama, saltando em busca de frisbees ou gravetos lançados por seus respectivos donos. Famílias faziam piqueniques, Crianças participavam de brincadeiras.

A tarde estava quente, mas a brisa que batia equilibrava perfeitamente a temperatura. Se houvesse paraíso - um lugar físico como em obras de ficção - sem dúvida ele seria assim.

De repente, percebeu pelo canto do olho uma nuvem escura se aproximando, a pequena brisa se transformou numa rajada forte de vento, os cães começaram a latir, as toalhas de piquenique foram recolhidas, as crianças chamadas pelos pais para um lugar seguro. Provavelmente uma nuvem passageira de verão. Geralmente vêem com força e vão embora da mesma forma como vieram.

A chuva veio leve. Gotas finas caíram em seu rosto. Abriu a boca e as deixou correr, sentiu o seu frescor na garganta - continuava sendo o paraíso.

As gotas ficaram mais grossas, como sempre acontecia com tempestades de verão. Era hora de se abrigar e esperar o sol voltar a brilhar. Levantou-se, ou melhor, tentou, algo a impedia. Por mais força que fazia, não mexia um só músculo, parecia que algo a segurava. Já havia ouvido sobre isso, só que acontecia com pessoas que estavam acordando, pelo que lembrava era chamado de paralisia do sono. Mas não estava dormindo.

Tudo começou a ficar mais escuro, parecia que a luz ia dando lugar as trevas em um perímetro perfeito em sua volta, o circulo ia se fechando. Juntamente com a luz, o ar também estava ficando rarefeito.

Antes que conseguisse perceber o que de fato estava acontecendo, antes de entrar em total desespero, a luz sumiu totalmente, o ar simplesmente acabou, no desespero de sugar a última dose para seus pulmões, acordou.

Era escuro e úmido. Sem dúvida não estava mais deitada na grama do parque. Podia sentir o fedor putrefato​ do ar. A princípio pensou estar vendada, soltou as mãos que estavam praticamente livres em cordas, passou-as no rosto e não sentiu nada obstruindo sua visão. Mesmo assim não conseguia enxergar.

Estava cega - pensou.
Sentia que cada fibra de seu corpo ia se desfazer de tanto medo que corria por ele. Não mais tremia, até que o grito subiu de seus pulmões, passou pela laringe, pelas cordas vocais, até ressoarem um rouco, porém audível grito de desespero:

- Soccccooooooorrrrrooooooo!!!

Por um instante não houve mais nada no mundo a não ser ela é seu grito, ecoando no infinito da escuridão onde se encontrava.
Levantou-se com muita dificuldade, tateando as paredes ao redor, em busca de qualquer elemento que a ajudasse a descobrir onde estava.

- Ainda estou no parque, isso é um sonho, eu dormi e tive uma insolação, preciso acordar - Disse a si mesmo, em voz alta, tentando sentir-se viva.

As pedras que a cercaram deixavam claro que se tratava de uma caverna, porém eram lisas demais, como se tivessem sido moldadas por alguém, ou tivessem passado centenas ou até milhares de anos sendo esculpidas pela água que corria por elas.

Seguiu a barulho da água e encontrou uma pequena vertente no canto de uma das paredes, pegou um pouco em suas mãos e sorveu com os lábios - era incrivelmente saborosa, no sentido de que algo insípido pode ser, sentia que era totalmente incolor apesar de não poder enxergar. Sem dúvida era o líquido mais puro que já havia provado na vida.

Um dos problemas estava resolvido, o estômago ainda incomodava muito, mas a água já fazia com que recuperasse um pouco os sentidos, já estava começando a voltar a si, conseguia raciocinar novamente.

Começou a lembrar claramente do parque. Foi tão vívido, realmente sentiu estar lá. Mas agora, diante de sua realidade, não tinha dúvida de que se tratou de um devaneio. Não conseguia traçar o momento em que foi ao parque, muito menos o momento que a trouxe a essa escuridão - Se é que estava escuro mesmo, nunca esteve diante de um breu tão grande.

Tentava se lembrar como chegara a esta situação, nada vinha em sua mente além do belo dia no parque, a tempestade de verão, a suposta paralisia do sono.

Pensando bem também não lembrava de como tinha chegado ao parque, nem antes, nem depois. O que era sonho, o que era realidade?

Então a luz se fez. Não a iluminação que gostaria, porém pode perceber flash distante, mas o suficiente para perceber que não estava cega, já era alívio.

Conforme ia saindo do torpor inicial de quando se acordou, começava a sentir mais medo, frio, fome. O pânico começava a tomar conta da situação por completo.

Lembrou de suas aulas de ioga, da dificuldade que sempre teve em se manter relaxada no momento da meditação final - a quem queria enganar, sentia dificuldade até em se manter nas posições mais básicas, nem que fosse só por quinze segundos.

Sempre teve dificuldade em se manter tranquila, e concentrada, pelo jeito teria que aprender da pior maneira possível.

Então, o silêncio se desfez. Ouviu barulho de uma pesada porta de metal se arrastando, o barulho não vinha da Câmara onde estava, mas além. Porém, agora, sabia que não estava sozinha soterrada embaixo de uma montanha, o lugar realmente era uma espécie de quarto.

A porta aparentemente se fechou, seguiu o barulho e tateou as paredes até chegar a um espécie de porta, não a que acabará de ser afastada, aquela estava mais distante, era maciça, de metal, gelada.

Ouviu a porta distante sendo arrastada novamente. Algo vinha caminhando de forma irregular, difícil distinguir um padrão de passos, se apoiava na parede, cada vez estava mais perto, já dava para ouvir a respiração ofegante do ser, fosse ele humano ou não.

Ela se afastou da porta, encolheu-se em um canto, apenas aguardou.

Abriu-se uma portinhola na porta da qual havia se afastado. Sentiu uma respiração quente, pesada, um hálito que lhe causou náuseas, já não bastasse o buraco que sentia no estômago.

- Quem é você, o que estou fazendo aqui? - perguntou, com uma voz trêmula.

- coma - respondeu num grunhido pouco audível, enquanto jogava algo pela portinhola.

Ela se aproximou, tateou o chão úmido na escuridão e tocou em algo ainda mais úmido e pegajoso que o próprio chão.

- O que é isso? Um rato? Não posso comer isso.

A portinhola se fechou, os passos se afastaram, a pequena luz que havia surgido distante apagou. O parque foi um sonho, isso era um pesadelo.

Por PedroGM

Mais em:

https://www.wattpad.com/myworks/80492248-vem-com-a-chuva

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Paralisia do Sono


Abri os olhos... ainda era madrugada...senti um vento gelado soprando em meu rosto...meu corpo todo estremeceu...o quarto estava escuro demais...senti alguma coisa cair pesadamente sobre meu peito me fazendo deixar de respirar por alguns instantes...

Arregalei os olhos na tentativa de ver o que era... estava embaixo do lençol e eu sentia a coisa se mover na direção dos meus pés.  Através do toque na pele era impossível descrever o que poderia ser, mas o medo criava em minha mente criaturas cada vez mais assustadoras.

O que quer que fosse, tinha garras pontudas que arranhavam minha pernas... quando chegou na ponta dos meus dedos, já não as senti mais. De certa forma respirei um pouco aliviada. Quis acreditar que era só minha imaginação fértil me pregando peças. Que nada daquilo era real.

O silencio reinava no quarto e eu achei melhor fechar os olhos e voltar a dormir.

Sabe quando você senti que tem alguém te olhando e aquilo começa a incomodar muito?...abri os olhos e meu coração quase parou...estava de pé na porta entreaberta do quarto, sendo iluminada pela fresta de luz que vazava do corredor...alta, muito alta, magra, quase esquelética...uma criatura que pouco se assemelhava a um ser humano, estava escuro demais para ver sua face, coberta por uma camada de liquido preto que pingava de todo seu corpo...emitia um som agudo que feria os meus ouvidos...estava olhando fixamente para mim...o arrepio no meu corpo aumentava d uma maneira que eu podia me sentir tremendo feito vara verde embora estivesse totalmente parada...a coisa deu um passo na direção da minha cama e a terrível sensação de esta presa na cama me deixou totalmente agoniada.

Eu queria acreditar que não era real, que era só mais um sonho assustador, que eu ia acordar suada, assustada, mas a salvo, fechei os olhos e tentei relaxar, respirar fundo, mas aquele olhar fixo em mim fazia meu coração disparar a ponto de senti-lo subindo pela garganta.

Não consegui, abri os olhos desejando que a coisa não estivesse lá, mas estava, no mesmo lugar, de pé, pingando aquela gosma preta; naquele momento, meus olhos pareciam estar colados naquela criatura medonha, observando em agonia cada um dos movimentos dela. Fazia poucos movimentos com a cabeça e continuava a me olhar e de repente, apontou para a minha cabeceira, só meus olhos se moveram para ver o que ela tentava me mostrar... uma cabeça grande e muito branca, com olhos enormes e pretos, sem nariz e uma boca arreganhada , se curvava sobre a minha, restos de cabelos desciam pela testa, a face completamente desfigurada, carne queimada, tentei gritar, mas nem mesmo minha boca abriu. Maldita paralisia do sono, como amaldiçoei isto naquele momento. A coisa, debruçada sobre mim, estendeu os braços com galhos no lugar das mãos, galhos de arvore mortos, em direção de minha boca... forçou para que eu abrisse e não encontrando muita ou nenhuma resistência, teve êxito...juntei todo ar dos meus pulmões com toda a agonia e medo que eu estava sentindo e forcei um grito que não saiu. Tentei mover meus braços e pernas que não saíram nem um centímetro do lugar.

Estava lá... imóvel...indefesa..de boca aberta...aquela criatura, saída do inferno, abriu a boca e começou a vomitar agulhas, galhos, pedras, lama, penas, folhas, terra, que desciam pela minha garganta cortando, rasgando, eu podia sentir o gosto do meu próprio sangue. Comecei a sufocar, e nem assim meu estomago fazendo algum movimento, eu pedia por socorro em silencio, desejando que algum dos meus músculos respondesse, nem que com um simples espasmo forte suficiente para conseguir acordar minha irmã que com certeza dormia da cama ao lado. Mas nada acontecia... o gosto nauseante de cada coisa nojenta que eu esta endo forçada a engolir...o frio que ficava quente tomando conta do meu corpo...senti meu corpo congelando e depois como se estivesse deitada em brasas. A boca babava na minha quando acabou de colocar pra fora tudo que tinha, ate suas ultimas entranhas... a criatura que ficava imóvel ao pé da porta assistindo toda aquela tortura, agora caminhava rápido para mim, chegou perto e antes que eu pudesse prever algum movimento ela cravou as garras na minha barriga e nesse momento o grito saiu como um trovão. Fechei os olhos de tanta dor. Duas mãos agarraram meus ombros e me sacudiam na cama enquanto parecia que minhas mãos e meus pés estavam presos na cama.

Abri os olhos e lá estava minha irmã me sacudindo e gritando meu nome. A luz estava acessa, recuperei meus movimentos, olhei para os lados, não tinha nada na cabeceira, a porta estava fechada e não havia nenhum liquido preto no chão que pudesse comprovar a presença da coisa no meu quarto. 
Respirei fundo, abracei minha irmã... ela voltou para a cama dela e eu dormi o resto na noite com o abajur acesso...

Acordei com o barulho do despertador, estava muito enjoada, a áncia de vomito me fez jogar as cobertas no chão e correr para o banheiro...vomitei apenas uma baba que parecia encher meu todo meu estomago...quando tirei a camiseta para tomar banho...os arranhões de 3 garras estavam bem fortes marcando minha barriga... 

by Bel

domingo, 11 de setembro de 2016

A misteriosa ordem das sombras - Parte 4



A quanto tempo pessoal, finalmente venho trazer para vocês a quarta parte dessa historia.
Espero que entendam o atraso, a faculdade e o trabalho estão acabando com a minha vida haha.
Más está ai pessoal, espero que gostem e assim que possível vou postando mesmo que sejam partes menores,
Boa leitura a todos e até a próxima.


Não leu as outras partes ainda? 
Não perca tempo e acesse clicando Aqui


quinta-feira, 23 de junho de 2016

A misteriosa ordem das sombras - Parte 3 - Ato 1 concluído


E ae pessoal, a quanto tempo que não trago para vocês uma nova parte dessa historia não é verdade, mas finalmente a espera acabou.
Estou trazendo a terceira parte que conclui o primeiro ato da historia.
E como de costume eu dei aquela revisada marota nos textos corrigindo os erros horrorosos de ortografia das versões anteriores e colocando tudo em um único arquivo PDF para a alegria de vocês (pelo menos eu acho).

Essa versão linda e cheirosa vocês podem baixar por aqui.

E para vocês que não querem fazer o download do arquivo e sim ler online deixo os links das duas partes anteriores.



Mesmo assim recomendo vocês a baixarem o arquivo completo pois esse foi revisto e corrigido.
E claro sem mais delongas a terceira parte que vocês também podem ler mais a baixo;
Desejo a todos uma boa leitura, criticas, sugestões e elogios, todos são bem vindos para me ajudar a melhorar sempre.


quinta-feira, 24 de março de 2016

A misteriosa Ordem das Sombras Parte 2



Olá pessoal, finalmente depois de um bom tempo eu trago para vocês a segunda parte dessa minha nova historia, peço desculpas pelo atraso mas ultimamente as coisas andam bem corridas para mim, mas em fim espero que gostem, não esqueçam de deixar suas sugestões e criticas isso me ajuda bastante.

Caso não tenham visto vocês podem ler a primeira parte clicando no link abaixo.
Boa leitura a todos e até a próxima.


Vocês também podem baixar essa segunda parte em PDF



terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Luz e sombra



    Pisando nos cascalhos dessa velha estrada, o barulho me agrada, o dia já está a se por, um dia longo e cheio, mas para acalmar a minha a noite vem de maneira implacável, a noite que vai me acolher e me proteger do calor escaldante de uma vida cheia de passagens.
    Lembro quando a estrada era bem cimentada e confortável de se caminhar, os sorrisos e momentos de felicidades vinham como pequenos doces com sabor de quero mais, e que queria mais, nostalgia, os melhores passos foram traçados aqui.
    Conforme a minha mente expande os horizontes criam novas possibilidades, das quais deixei muitas passarem pela ingenuidade, o mal me cerca de longe, me observa, ele me quer mas eu ainda tenho paços curtos demais, algo maior, algo melhor.
As cores vão se tornando cada vez mais iguais, sinto como se tudo fosse uma versão esdrúxula de um filme que se remete dos anos 40 ou talvez um pouco antes de tudo criar alguma forma definitiva.
    A dor no peito começa a crescer conforma a estrada perde seus rastros de conforto, e aqui estou eu pisado em grandes pedras, pedras de dúvidas, dor interminável.
    A solidão me oprime então divido meu corpo em dois, luz e sombra, um predestinado para trilhar cada caminho, duas chances talvez, o mal logo segue pelo caminho da luz, ele me quer por inteiro, metades são patéticas.
    Andando agora lado a lado, eu já não sei dizer o que é bom ou o que é mal, uma fusão que me assusta, que fazem meus desejos oprimidos virem à tona, junto a eles todos os meus erros sobrevoam minha cabeça como gralhas barulhentas que vez ou outra bicam a minha cabeça, só para não me deixar dormir mais uma noite, não a arrependimentos, remorso de ter começado algo sem começo, de ter terminado sem ter um fim.
    Os cascalhos fazem os meus pés sangrarem, mas essa dor não importa, eu sinto que o meu peito vai rasgar e a minha cabeça explodir a qualquer momento, e quando isso acontecer o mal vai ter dominado completamente o meu corpo?
    Não sei ao certo dizer o que possa acontecer, mas a voz me diz uma única frase:
    - Eu voltei!!
    Eu não sei para onde ela vai me levar, é mais forte do que eu, mas sei que um ano é muito tempo para sua paciência, pouco importa, já não sei dizer mais a onde a minha mente esta, sempre vagando longe de tudo.
    Mas de uma coisa tenho certeza, quando o sol nascer a estrada vai estar deserta...   


Escrito por: Leonardo Paulino

domingo, 14 de fevereiro de 2016

O escuro do quarto



    Meus ouvidos ecoam, meus olhos se arregalam, meu sentido soa.
    Minha mente despeja pensamentos ruins, minha consciência deseja um silêncio sem fim.
    Mesmo no escuro, há minha volta me sinto em um lugar seguro.
    Não enxergando nada, imagino a maldade acontecendo, a escuridão me corroendo, mas mal sei o bem que isso está me fazendo.
    O silêncio abre minha mente, desfruto de qualquer pensamento.
    O escuro do quarto me ensina que a mente não precisa descansar, mesmo acordada é possível sonhar.
    Nem o suave som do vento prevalece no quarto, quando abro a porta sinto levitude em tudo.
    Pena que dura apenas um tempo, vou tomar disso uma rotina, de certa forma a solidão me fascina.
    Na minha infância eu tinha medo do escuro, já hoje ele me atrai.
    Quando vejo a luz novamente, deixei o mal nele.
    As mágoas, o ódio          
    A dor, o sofrimento e o temor.

Escrito por: Nátali Machado

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A misteriosa ordem das sombras Parte 1


Ola pessoal finalmente venho trazer para vocês a primeira parte da minha nova historia, como havia dito anteriormente essa se trata de uma continuação dos casos do Adrian que agora não esta mais sozinho, conta com a ajuda da sua parceira Samantha uma garota muito inteligente e de certa forma "agitada". 
Espero que gostem pessoal,

vocês podem fazer o download do arquivo pdf logo aqui a baixo


Ou podem ler aqui mesmo nessa postagem, bom espero que gostem e deixem suas criticas que são sempre bem vindas.
Até a próxima pessoal,

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Contos de Shepared falls e novo projeto a caminho


Olá pessoal, como havia dito antes estou prestes a iniciar uma nova historia, essa que vou ir postando aqui no blog conforme for escrevendo ela,
Mas antes queria falar para vocês a respeito de três historias que fiz para um outro blog a tempos atras e como essa nova esta relacionada a uma delas então nada mais jutos que dar a oportunidade para quem não as leu poder conferi-las.
No blog chamado contos shepared falls vocês encontraram as três historias que tratam de um lugar onde seus medos e erros cometidos no passado ganham vida de uma forma distorcida e aterrorizante.

Vocês podem fazer o download das três historias em um único arquivo PDF no link abaixo